Seminário apresentará temáticas detalhadas de gestão estratégica financeira, na Santa Grelha, no dia 26 de fevereiro. (Foto: Envato Elements)
No dia 26 de fevereiro, a Fiplan, empresa especialista em Gestão Estratégica e M&A, realizará em Fortaleza um evento exclusivo para empresários e executivos no Santa Grelha, às 18h30, onde abordará temáticas referentes ao planejamento e o monitoramento contínuo do desempenho financeiro de empresas.
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O sócio-fundador da Fiplan, Sérgio Trindade, adianta que será apresentado na ocasião alguns conceitos relacionados ao panorama das finanças, na temática: ‘Lições Atemporais de Gestão Estratégica em Finanças‘.
“O evento abordará a estratégia antes do número: como traduzir propósito, ambição e posicionamento em metas financeiras claras de crescimento, margem, caixa e risco. Também o critério de que o caixa é soberano, elencando as rotinas e indicadores que evitam ‘lucro no papel e aperto no banco’, além de abordagens de ciclo de caixa, capital de giro, geração de caixa operacional e disciplina de investimentos”, explica Sérgio.
O gestor relata que também vai explanar acerca do alinhamento técnico que viabiliza rentabilidade agregado a inteligência, conjugando margem por produto, congregando eixos na conexão de canal, cliente, precificação, mix, alavancas de eficiência, no circuito de separar ‘crescimento bom e crescimento caro’.
“Decisão com custo de capital e risco. O básico que quase ninguém pratica bem: custo médio do capital, retorno mínimo, cenários, sensibilidade e ‘gatilhos’ de orientação. Regras simples para reduzir ruído: ritos de gestão, orçamento, dashboards, accountability e como evitar decisões por impulso”, menciona o fundador da Fiplan.
A proposta projetada se configura em orientações aos empresários de princípios financeiros para a prática do cotidiano das corporações. Indagado sobre pontuações organizacionais, para que o executivo precise utilizar no âmbito diário das respectivas finanças, Sérgio destaca a demonstração integrada de resultado e fluxo de caixa.
Analisando o universo econômico brasileiro da atualidade, no âmbito da gestão pública, Sérgio considera que ocorre a aplicação de altos gastos públicos, pressionando as taxas de juros e, consequentemente, elevando custo do capital das empresas, contribuindo para dificultar o investimento privado, além do consumo da população: “principalmente bens de capital mais sensíveis”, frisa.

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