As ações da Petrobras (PETR3 e PETR4) também deram suporte ao Ibovespa, apoiadas pela alta do petróleo no mercado internacional. (Foto: Freepik)
O Ibovespa encerrou a última segunda-feira (9), em 186.242,99 pontos, com alta de 1,80%, e marcou o maior fechamento da história da bolsa brasileira. O índice superou o recorde anterior de 185.674,43 pontos, registrado em 3 de fevereiro, enquanto a máxima intradiária de 187.333,83 pontos permaneceu como o pico do período.
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O avanço do índice foi sustentado pelas blue chips, com destaque para bancos e exportadoras, que concentram o maior peso no índice. Santander (SANB11) subiu perto de 6%, enquanto Itaú Unibanco (ITUB4) e Banco do Brasil (BBAS3) acompanharam o movimento, em linha com a recuperação do setor financeiro após uma semana negativa.
As ações da Petrobras (PETR3 e PETR4) também deram suporte ao Ibovespa, apoiadas pela alta do petróleo no mercado internacional, enquanto Vale (VALE3) avançou apesar da queda do minério de ferro em Dalian, que recuou 0,46%, para 761,5 iuanes por tonelada. O papel reagiu às expectativas para o balanço trimestral, mesmo com ruídos sobre a interrupção de operações em Ouro Preto após decisão judicial em Minas Gerais.
No câmbio, o dólar fechou em R$ 5,188, com baixa de 0,62%, o menor nível desde 28 de maio de 2024, o que ampliou o apetite por ativos locais e reforçou o desempenho do Ibovespa. O movimento reflete a busca global por mercados emergentes, em meio a sinais de menor exposição de bancos chineses a títulos do Tesouro dos Estados Unidos.
Além disso, a rotação de capital para emergentes também beneficiou ações sensíveis a juros, como energia, saneamento e varejo, com Magazine Luiza (MGLU3) subindo 7,55%. Entre as quedas, BTG Pactual (BPAC11) recuou após realização de lucros, enquanto Hapvida (HAPV3) caiu 2,72%.
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