O Ministério de Portos e Aeroportos do Brasil listou cinco desafios para a expansão dos investimentos em infraestrutura. (Foto: Freepik)
O Ministério de Portos e Aeroportos afirmou que o Brasil avança para se tornar um hub de logística global, apoiado no modelo de agências reguladoras independentes e no aumento do número de concessões de infraestrutura. A avaliação foi apresentada pelo secretário-executivo Tomé Franca durante seminário no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no Rio de Janeiro, que reuniu autoridades do setor público e investidores.
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Segundo Franca, o diálogo com o Tribunal de Contas da União (TCU) integra esse processo porque contribui para ampliar a previsibilidade regulatória e o ritmo de projetos, ponto considerado central para atrair capital privado. O executivo indicou que o desenho institucional brasileiro tem sustentado novos leilões e contratos de longo prazo, o que mantém o país no radar de operadores e fundos ligados à logística.
O governo listou cinco desafios para a expansão dos investimentos em infraestrutura: estabilidade institucional, planejamento de longo prazo, financiamentos estruturados, inovação contínua e compromisso socioambiental. A estabilidade foi destacada como requisito para projetos de ciclo longo e alto volume de capital, nos quais a segurança jurídica define a decisão de investimento.
No campo do planejamento, o ministério indicou que a definição de prioridades orienta demandas de prefeitos e parlamentares, enquanto o acesso a crédito estruturado viabiliza projetos de maior escala. A inovação e os critérios socioambientais foram apontados como fatores que integram o novo padrão de contratos no setor de infraestrutura, alinhando eficiência operacional e exigências de mercado.
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