As ações da BlackRock avançaram 4,4% em 2025, desempenho inferior ao do índice Standard & Poor’s 500. (Foto: Carlo Allegri/Reuters)
A BlackRock encerrou o quarto trimestre com US$ 14,04 trilhões em ativos sob gestão, depois de ganhos nos mercados financeiros e maior apetite de investidores por produtos indexados. O resultado veio junto com lucro ajustado de US$ 2,18 bilhões, ou US$ 13,16 por ação, acima dos US$ 1,87 bilhão registrados no mesmo período de 2024.
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O avanço dos mercados acionários nos Estados Unidos combinou entusiasmo com inteligência artificial, juros mais baixos e crescimento econômico estável, o que elevou a receita de taxas da BlackRock e estimulou realocação para estratégias de baixo custo. Nesse ambiente, o Federal Reserve (Fed) adotou postura mais acomodatícia, movimento que fortaleceu a demanda por instrumentos de renda fixa.
Os fluxos para renda fixa alcançaram US$ 83,77 bilhões no trimestre, bem acima dos US$ 23,78 bilhões do ano anterior, enquanto as entradas líquidas de longo prazo somaram US$ 267,8 bilhões. Esse volume refletiu preferência por alocação estruturada e previsível em um cenário de inflação em desaceleração e mercado de trabalho menos pressionado.
O principal motor de crescimento orgânico permaneceu o negócio de Exchange Traded Funds (ETFs), veículos negociados em bolsa que replicam índices e permitem diversificação com custos reduzidos. Esse segmento sustentou o ritmo de captação da BlackRock mesmo diante de volatilidade em outros produtos financeiros.
As ações da BlackRock avançaram 4,4% em 2025, desempenho inferior ao do índice Standard & Poor’s 500 (S&P 500), mas compatível com uma estratégia focada em gestão de ativos e não em ciclos especulativos de curto prazo.
*Com informações do portal Forbes.
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