De janeiro a novembro, o comércio internacional dos principais setores dos produtos alencarinos, alcançaram US$ 453,3 milhões. (Foto: Tatiana Fortes)
O agronegócio cearense angaria sólidos números na balança comercial, no critério de exportações, porque no que concerne à pauta no período de janeiro a novembro, o comércio internacional dos principais setores dos produtos alencarinos alcançaram US$ 453,3 milhões.
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O montante representa crescimento de 21,96% em comparação ao mesmo período de 2024. No ambiente exportador do Ceará, destaque para os segmentos da agroindústria e o setor extrativista. O levantamento é uma realização da Secretaria do Desenvolvimento Econômico (SDE), por intermédio da Secretaria Executiva do Agronegócio, que denota o resultado como histórico.
“O Governo do Ceará reafirma o compromisso de seguir investindo em competitividade, modernização produtiva e sustentabilidade. O objetivo central é garantir que o sucesso nas exportações se traduza em emprego e renda para os produtores e trabalhadores do interior do estado, consolidando o Ceará como um protagonista sustentável no comércio exterior brasileiro”, enfatiza o secretário executivo do Agronegócio da SDE, Silvio Carlos.
Em termos de itens, na comercialização da castanha-de-caju, o estado registrou um crescimento considerado expressivo pela pasta, contabilizando 88,84%, somando no total, US$ 66,9 milhões. O resultado pontua o estado correspondendo por mais de 94% das exportações nacionais de amêndoas de caju, sendo avaliado pelo estado em virtude da recuperação de preços internacionais e o aumento da demanda nos Estados Unidos e Europa.
Na fruticultura, o setor exportou US$ 95,7 milhões (+31,86%), com melões e melancias liderando os embarques para mercados tradicionais como Países Baixos, Reino Unido e Espanha. No painel dos pescados, até o mês de novembro, o segmento totalizou US$ 93,4 milhões, com a lagosta permanecendo como o item principal e estabelecendo como principal via internacional os Estados Unidos.
A SDE aponta que para fortalecer a conjuntura, a agenda da pasta propiciou investir em inovação. O direcionamento se fez na prática durante a realização da edição de 2025 da PEC Nordeste, no qual a secretaria apoiou sete startups que apresentaram soluções tecnológicas voltadas ao agronegócio. As inovações incluíram desde o monitoramento inteligente de ovinos, caprinos e bovinos até a reciclagem de resíduos agroindustriais e o uso de inteligência artificial no campo.
A estratégia implementada de inovação visa impulsionar o desenvolvimento regional em todas as 14 Regiões de Planejamento do estado. A Secretaria Executiva do Agronegócio realizou 80 atendimentos a entes do setor e apoiou 27 municípios cearenses em ações de fortalecimento produtivo.
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