Ibovespa opera em alta de 1,46% na composição da B3

Por: Redação | Em:
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B3 e ibovespa

Fator determinante para a euforia no campo monetário brasileiro, foi a conotação negativa do IPCA-15, indicando a inflação abaixo da meta. (Foto: Envato Elements)

Ibovespa, principal índice calculado pela Bolsa de Valores brasileira (B3), terminou na análise do pregão em alta de 1,46%, avançando nos dígitos de 160,4 mil pontos.


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O volume financeiro no pregão do início da semana somava R$ 18,9 bilhões, antes dos ajustes finais. Anteriormente, as variações no ambiente político determinaram o pessimismo de aplicações no ativo dos operadores do mercado financeiro da Bolsa de Valores

O fator determinante para a euforia no campo monetário brasileiro estava relacionado à indicação para baixo do IPCA-15, indicando a inflação abaixo da meta, consolidando as projeções de desaceleração dos preços.

O sócio gestor da Ouro Preto InvestimentosLeandro Turaça, analisa que, do ponto de vista do mercado, a queda de 0,25% no IPCA ajuda a reduzir tensões, no entanto, não altera o regime macroeconômico.

“O Banco Central ganha respaldo técnico para manter a política atual, já que pressões inflacionárias mais estruturais ainda não desapareceram. Para a renda variável, o dado tende a ter efeito limitado: melhora o humor no curto prazo, mas não muda a precificação de ativos, que segue dependente de juros globais, cenário fiscal e dinâmica das commodities”, ressalta Leandro.

A conjuntura internacional que contribuiu para o desempenho atual do Ibovespa se configurou no resultado do Produto Interno Bruto dos Estados Unidos, que chegou a 4,3% no terceiro trimestre de 2025. O registrado se mostrou acima das projeções do mercado, que esperava uma alta de 3,3%. 

As ações dos bancos operaram na ocasião com desempenho positivo, acompanhando a alta do Ibovespa. O Santander (SANB11) liderou os ganhos, com alta de 4,41%, seguido pelo Banco do Brasil (BBAS3), que avançou 2,11%; o Itaú (ITUB4) subiu 1,64%; e o Bradesco (BBDC4) teve valorização de 0,93%.

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