O secretário Nacional de Fundos e Instrumentos Financeiros do MDIR, Eduardo Tavares, promete expansão, quando a ferrovia chegar ao Porto do Pecém. (Foto: Yasmin Fonseca)
Em audiência realizada nesta segunda-feira (22), a Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) autorizou mais um aporte de recursos a serem redimensionados em aplicação para as obras da ferrovia Transnordestina. Desta vez, a autarquia permitiu a liberação de R$ 700 milhões ao empreendimento.
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Os recursos são provenientes do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE) e segundo o superintendente da Sudene, Francisco Alexandre, a ferrovia Transnordestina se consolida como uma realidade operacional. “Este aporte de R$ 700 milhões reafirma o papel da Sudene na viabilização de uma obra com alto potencial de transformação da logística nordestina”, reforçou.
A decisão foi aprovada por unanimidade pela Diretoria Colegiada e incluiu o empenho de R$ 115,4 milhões adicionais, valor que complementa a parcela contratual de R$ 1 bilhão. De acordo com o diretor de Gestão de Fundos e Incentivos Fiscais da Sudene, Heitor Freire, a concessionária Transnordestina Logística S.A. (TLSA) apresentou as comprovações física, financeira e contábil da execução das obras, atestadas pelo agente operador, o Banco do Nordeste (BNB).
O traçado da ferrovia estende do Piauí até o Porto do Pecém, no Ceará. Segundo o secretário Nacional de Fundos e Instrumentos Financeiros do Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional (MDIR), Eduardo Tavares, ele destaca que: “a partir do momento que essa ferrovia chegar no Porto de Pecém, ela ganha uma nova escala, uma nova possibilidade, inclusive mais oportunidades para a gente viabilizar outras expansões”.
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