As categorias mais procuradas envolvem vestuário e acessórios, além de produtos para presentear como brinquedos, bombons e itens de perfumaria. (Foto: Envato Elements)
As projeções do setor varejista para o Natal deste ano em Fortaleza apontam faturamento de R$ 540 milhões, segundo levantamento realizado pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Ceará (IPDC), órgão vinculado a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio-CE).
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A pesquisa avalia que o setor será impactado pelo volume na compra de presentes. O aquecimento ocorrerá no consumo em shoppings, centros comerciais e utilização de tíquete médio elevado, sendo que a movimentação ocorrerá de forma mais intensa na reposição de itens relacionados a vestuário, brinquedos e chocolates.
As categorias mais procuradas envolvem vestuário e acessórios, além de produtos para presentear como brinquedos, bombons, itens de perfumaria, pontuando que a cesta de Natal de 2025 será concentrada principalmente em produtos de tíquete médio e alta rotatividade. Os itens mais citados na pesquisa: roupas e artigos de vestuário (58,3%); brinquedos (33,8%); chocolates e bombons (20,3%); cosméticos e perfumes (20,1%); e sapatos, cintos e bolsas (17,7%).
O panorama consolida o período como a principal data comemorativa do ano para o varejo, fornecendo crescimento projetado de 7,4% em relação às vendas do Natal de 2024. A pesquisa constatou que 57,1% dos consumidores de Fortaleza pretendem realizar compras de Natal.
Os dados podem ser motivados pela tendência de que 13,8% dos entrevistados ainda não decidiram se vão consumir na fase natalina. Além das compras, 74,0% dos entrevistados afirmaram que cogitam celebrar o Natal nas próprias casas (58,6%), e na casa de parentes e amigos, no dígito, 35,7%. A análise comportamental da pesquisa verifica que há uma busca antecipada para as compras, o que delimita que 40% dos consumidores adquirem as compras antes das datas comemorativas.
A diretora institucional da Fecomércio-CE, Cláudia Brilhante, enfatiza que o movimento evidencia uma crescente coordenação na conjugação comercial, em especial em conjunturas que estabelecem ofertas por descontos e campanhas promocionais a partir de novembro.
“Para os lojistas, isso proporciona maior previsibilidade do fluxo de clientes, redução dos picos operacionais nas lojas físicas e estimula o aumento do uso do crédito, permitindo que o consumo antecipado seja suavizado ao longo do tempo”, complementa Cláudia Brilhante.
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