Mercado de bioinsumos movimenta R$ 4,35 bi e cresce 18% na safra

Por: Redação | Em:
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A Kynetec destaca que o país figura entre os mercados mais dinâmicos do mundo e que bioinsumos seguem caminho de expansão acelerada. (Foto: Freepik)

De acordo com o estudo FarmTrak Bioinsumos 2024/25, da Kynetec, o mercado de bioinsumos movimentou R$ 4,35 bilhões na safra 2024/25 e alcançou avanço de 18% sobre 2023/24. A pesquisa aponta que a área tratada com bioinsumos subiu de 21,9% para 46,7% em cinco anos e indica que estados como Goiás e Mato Grosso já superam 50% de adoção. 


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A pesquisa reuniu 13 mil entrevistas e mostra que os bioinsumos seguem ganhando espaço no manejo porque produtores enfrentam resistência crescente de pragas e precisam alternativas mais viáveis no campo.

Seis culturas concentraram quase todo o uso de bioinsumos no país e formaram a base da expansão nacional. A soja respondeu por 48% do volume e R$ 2,088 bilhões e o milho atingiu 31% e R$ 1,35 bilhão, enquanto a cana somou 12% e R$ 522 milhões. O algodão representou 4% e R$ 174 milhões e o café ficou com 3% e R$ 130 milhões e hortaliças com 2% e R$ 87 milhões. 

O estudo indica que os bioinsumos já atingem quase 5% do mercado brasileiro de proteção de cultivos e que o segmento multiplicou por quatro o faturamento desde 2020.

Ampliação da participação

Os bionematicidas lideraram o mercado em 2024/25 com 44% e R$ 1,926 bilhão, acima dos R$ 1,573 bilhão da safra anterior e sustentam a posição porque produtos com Bacillus spp ganharam escala no controle de nematoides. 

Os bioinseticidas atingiram 39% e R$ 1,687 bilhão e avançaram com o aumento de lagartas em grandes cultivos. 

Os biofungicidas fecharam com 17% e R$ 735 milhões e cresceram 41% em valor, influenciados por manchas e ferrugens na soja.

Brasil ganha espaço no mercado global

O Brasil consolidou posição estratégica no avanço dos bioinsumos e ampliou portfólio e investimentos porque reúne área agrícola extensa e adoção rápida de novas tecnologias. 

O estudo mostra que bioinsumos para soja saltaram de R$ 560 milhões para R$ 2 bilhões em cinco anos e que o milho segunda safra elevou vendas de R$ 100 milhões para R$ 1,1 bilhão.

A Kynetec destaca que o país figura entre os mercados mais dinâmicos do mundo e que bioinsumos seguem caminho de expansão acelerada em culturas de grande escala.

*Com informações do portal Forbes

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