Como parte do contrato, a OpenAI fará uma compra adicional de US$ 250 bilhões em serviços do Azure, plataforma da Microsoft. (Foto: Unsplash)
A OpenAI anunciou na noite da última terça-feira (28), uma nova fase da parceria com a Microsoft, ao transformar sua unidade voltada a lucros em uma corporação de benefício público (PBC). O novo formato mantém fins lucrativos, mas estabelece compromissos legais com o interesse público e práticas responsáveis.
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A Microsoft passa a deter 27% da OpenAI, o equivalente a cerca de US$ 135 bilhões, reforçando o vínculo entre as duas empresas de tecnologia. Segundo comunicado, “a OpenAI continua sendo a parceira da Microsoft no desenvolvimento de modelos de ponta, e a Microsoft mantém direitos exclusivos de propriedade intelectual e exclusividade no Azure API até o surgimento da Inteligência Artificial Geral (AGI)”.
O novo contrato também aprimora e adiciona disposições que permitem que cada empresa continue a avançar de forma independente em inovação e crescimento. O novo acordo também redefine cláusulas de exclusividade e amplia a autonomia das partes no uso de suas tecnologias.
Como parte do contrato, a OpenAI fará uma compra adicional de US$ 250 bilhões em serviços do Azure, plataforma de computação em nuvem da Microsoft. O movimento encerra o direito de preferência da empresa fundada por Bill Gates como provedora exclusiva da infraestrutura de computação da OpenAI.
Além disso, a criadora do ChatGPT poderá oferecer APIs para o setor de segurança dos Estados Unidos, sem depender de provedores específicos.
Após o anúncio, as ações da Microsoft registraram alta de 0,18% no after hours, depois de subirem 1,98% durante o pregão regular. A companhia encerrou o dia com valor de mercado superior a US$ 4 trilhões, impulsionada pelo avanço das parcerias em inteligência artificial e pela expansão do ecossistema Azure.
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