O ráli do ouro arrastou a prata, que atingiu um pico recorde de US$ 54,47 por onça, com ganho semanal de 7,3%. (Foto: Envato Elements)
O ouro ultrapassou a marca de US$ 4.300 por onça nesta sexta-feira (17), caminhando para seu maior ganho semanal desde a crise financeira global de 2008. Esse movimento foi impulsionado pela incerteza geopolítica, temores econômicos e pelas crescentes expectativas de cortes nos juros americanos, que levaram os investidores a buscar a segurança do metal.
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O metal à vista subia 0,2%, para US$ 4.335,87, após atingir um pico histórico de US$ 4.378,69. Os contratos futuros de ouro para dezembro saltavam 1%, para US$ 4.348,90. Com um aumento acumulado de cerca de 8,1% na semana, o metal registrou sua performance mais forte desde o colapso do Lehman Brothers.
“Com as expectativas de corte nos juros, riscos geopolíticos e preocupações bancárias persistentes em jogo, o ambiente permanece altamente favorável ao ouro”, disse Alexander Zumpfe, operador da Heraeus Metals Germany. Ele ponderou, no entanto, que uma consolidação de curto prazo é possível, dadas as condições de sobrecompra do mercado.
O ráli do ouro arrastou a prata, que atingiu um pico recorde de US$ 54,47 por onça, com ganho semanal de 7,3%. Simultaneamente, a queda das ações bancárias globais, impulsionada por sinais de estresse em credores regionais dos EUA, intensificou a busca por ativos seguros, solidificando o ambiente de apreço pelos metais preciosos.
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