O consumo segue como motor da economia do Nordeste, representando 18,6% do mercado nacional, enquanto a expansão nominal atingiu 14,8%. (Foto: Envato Elements)
Segundo projeção da Tendências Consultoria, o produto Interno Bruto (PIB) do Nordeste deve avançar 2,3% em 2025, acima da média nacional de 2,2%, mantendo ritmo elevado em relação a 2024, quando cresceu 4%, frente aos 3,8% do Brasil. O desempenho reflete expansão da indústria, dinamismo do setor de serviços e fortalecimento do consumo regional, apoiado por empregos formais e aumento do fluxo de turistas.
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O consumo segue como motor da economia do Nordeste, representando 18,6% do mercado nacional, enquanto a expansão nominal atingiu 14,8%. Salvador lidera o ranking de capitais em volume de gastos, seguida por Fortaleza, Recife, São Luís e Maceió. No interior, 194 municípios movimentam mais de R$ 1 bilhão por ano, impulsionados pelas classes B e C, mostrando transformação no padrão de consumo regional.
Crescimento da renda per capita
Redução da pobreza
Mercado de trabalho
Estados com menores taxas históricas de desemprego
Investimentos públicos e privados devem sustentar a economia. O Novo PAC prevê R$ 604,5 bilhões até 2026, incluindo FIOL, Transnordestina e portos de Suape e Pecém.
A região lidera produção de energia eólica (90,1%) e solar (53%), enquanto o Matopiba se consolida como nova fronteira agrícola, especialmente em soja e milho.
O Banco do Nordeste (BNB) projeta investimentos totais de R$ 300,9 bilhões em 2025 para R$ 388,8 bilhões em 2029.
Apesar do cenário positivo, obstáculos permanecem. O tarifaço dos EUA afetou exportações de aço semiacabado em estados como Ceará, Alagoas e Paraíba.
Juros altos desaceleram a economia, e Pernambuco e Bahia apresentam os maiores índices de desemprego, enquanto Maranhão e Bahia lideram a informalidade, indicando que desigualdades históricas ainda influenciam o crescimento regional.
*Com informações do Valor Econômico
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