Armani possuía 99,9% da companhia, ficando 0,1% com uma fundação destinada a gerir a empresa após sua morte. (Foto: Emmanuel Dunand/AFP)
Giorgio Armani, falecido em 4 de setembro aos 91 anos, ordenou que 15% da Giorgio Armani SpA sejam vendidos a um grande grupo de moda, segundo o testamento divulgado nesta sexta-feira, 12. Ele determinou que um dos grupos preferenciais – LVMH, EssilorLuxottica e L’Oréal – adquira essa participação inicial, ou outro de “igual prestígio” indicado pela fundação criada por ele, com consentimento de seu parceiro Leo Dell’Orco.
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O comprador escolhido poderá, em até cinco anos, adquirir participação majoritária, conforme estabelece o testamento. Armani manteve a independência da empresa durante cinco décadas, estruturando o grupo com base em liderança pessoal e controle acionário próximo de 100%.
Segundo o ranking da Forbes, a fortuna de Armani atingia US$ 12,1 bilhões, posição 234ª entre bilionários globais; Bloomberg estimou patrimônio pessoal em cerca de US$ 9,5 bilhões. Além disso, o grupo Giorgio Armani S.p.A fatura aproximadamente € 2,3 bilhões, centralizando valor e receita no negócio principal.
Armani possuía 99,9% da companhia, ficando 0,1% com uma fundação destinada a gerir a empresa após sua morte. Seu portfólio inclui imóveis de luxo em Milão, Villa Rosa em Oltrepò Pavese, residências em Saint Moritz, Paris e Saint Tropez, além de obras de arte, o time de basquete Olimpia Milano e o clube La Capannina, adquirido dias antes de sua morte.
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