Governo Federal mobiliza investimentos de capital privado para meio ambiente

Por: Redação | Em:
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Para viabilizar a restauração de cerca de 1,4 milhão de hectares, o total de investimentos catalisados resulta em R$ 30,2 bilhões. (Foto: Envato Elements)

No intuito de fomentar o aporte de verbas para o setor do meio ambiente, o Governo Federal promove mobilização de capital privado para projetos sustentáveis, o que até o momento já captou a quantia de R$ 17,3 bilhões de recursos estimulados.


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A expectativa do Governo Federal é atrair R$ 31,4 bilhões em investimentos totais direcionados para a recuperação de áreas degradadas em todo o país. O programa faz parte do segundo leilão do Programa Eco Invest Brasil, projeto que abrange alinhamento nos setores de transição energética, bioeconomia, economia circular e infraestrutura verde e adaptação.

“A resposta do setor financeiro foi muito positiva. Estamos estruturando instrumentos financeiros inteligentes que aumentam a produtividade e a competitividade do Brasil, recuperando áreas degradadas, fortalecendo a segurança alimentar e posicionando o país na vanguarda da economia verde global, tudo isso alinhado a uma estratégia de maior integração do Brasil com o mundo”, relatou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

No circuito apenas público foram contemplados R$ 16,5 bilhões, e para viabilizar a restauração produtiva de cerca de 1,4 milhão de hectares, com apoio de produtores que delimitam ações na utilização sustentável da terra, o total de investimentos catalisados resulta em R$ 30,2 bilhões.

Os recursos serão desembolsados ao longo de 2025, 2026 e 2027, com objetivo estratégico do governo no sentido de recuperar 40 milhões de hectares nos próximos 10 anos, na busca de evitar o desmatamento de novas áreas.

“O Eco Invest vem demonstrando ser uma iniciativa inovadora e bem-sucedida, a partir da aliança entre instrumentos econômico-financeiros inovadores e o compromisso do Brasil com a sustentabilidade e a transição ecológica. Este segundo leilão, com foco na recuperação de áreas degradadas, será fundamental para a promoção de ações de restauração florestal e desestímulo ao avanço da fronteira agropecuária”, destacou a ministra de Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva.

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