O nível do emprego formal do Ceará atingiu o total de 1.434.560 empregos com carteira assinada. (Foto: Envato Elements)
A geração de emprego no Ceará permanece em estabilidade, pois no primeiro semestre, o estado criou 25.812 novos postos de trabalho – estatística que pontua no setor como segundo maior estado da região Nordeste, atrás somente da Bahia (67.533). O nível do emprego formal do Ceará atingiu o total de 1.434.560 empregos com carteira assinada.
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O resultado é atrelado ao acumulado do período e é atribuído aos setores de serviços (13.168), construção (6.579), indústria (5.030), comércio (1.018) e agropecuária (17). Os dados foram divulgados na última segunda-feira (4), via Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), órgão vinculado ao Ministério do Trabalho e Emprego.
O secretário do Trabalho do Ceará, Vladyson Viana, considera que o panorama se compactua com o papel de políticas públicas para incentivar o setor. Ele destaca iniciativas de logística governamental como os programas Minha Casa, Minha Vida e o Entrada Moradia.
“Além dos investimentos em infraestrutura e obras públicas, que possibilitaram o crescimento do segmento da construção nesse período. Por orientação do governador Elmano estaremos junto aos empreendedores, incentivando a economia e a geração de postos de trabalho”, relata o secretário.
Fortaleza puxa a engrenagem com um saldo de 3.564 postos de trabalho, seguidos dos municípios de Juazeiro do Norte (482), Aquiraz (350), Horizonte (309), São Gonçalo do Amarante (269) e Maracanaú (214). No que consiste o salário médio, o Ceará registra o segundo melhor resultado do Nordeste, com quantia de R$ 2.008,32, acima da média da região, que se estabelece em R$ 1.933,77.
“Considerando o perfil dos colocados, observa-se que as novas vagas foram ocupadas principalmente por homens de 18 a 24 anos com ensino médio completo. Dados que apontam a importância de se buscar alternativas para a inclusão produtiva dos demais públicos”, explica Vladyson Viana.
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