As medidas fazem parte da estratégia do Governo para manter o ritmo de crescimento econômico e ampliar a presença de empresas no Ceará. (Foto: José Cruz/Agência Brasil)
O Governo do Ceará aprovou R$ 1,3 bilhão em novos investimentos privados no início do segundo semestre, por meio da concessão de incentivos fiscais. O resultado foi apresentado na terceira reunião de 2025 do Conselho de Desenvolvimento Econômico (Condec), realizada nesta semana, no Palácio da Abolição.
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Ao todo, 137 pleitos empresariais foram aprovados, contemplando 39 companhias interessadas em instalar ou expandir operações no estado. Segundo o governo, as iniciativas devem gerar mais de 4,7 mil empregos diretos em setores variados da economia cearense.
A política de atração de investimentos é operada pelo Fundo de Desenvolvimento Industrial (FDI), por meio da Agência de Desenvolvimento do Ceará (Adece). Os incentivos contemplam novos empreendimentos e a ampliação de unidades já existentes no estado.
Entre os segmentos beneficiados estão o automotivo, químico, alimentício, energético, refino de petróleo, materiais plásticos, embalagens e construção civil, além do comércio atacadista de insumos industriais.

Segundo Danilo Serpa, presidente da Adece, o FDI tem atuado de forma estratégica para descentralizar a economia e diversificar a base produtiva do estado. O fundo também busca gerar empregos qualificados e com melhor remuneração, ampliando o impacto regional.
A reunião do Condec foi presidida pelo secretário-chefe da Casa Civil, Chagas Vieira, e contou com a participação do secretário do Desenvolvimento Econômico, Domingos Filho, que destacou a meta de superar os resultados obtidos até o momento ainda neste ano.
O governador Elmano de Freitas tem priorizado o estímulo ao setor produtivo como forma de criar novas oportunidades de trabalho e renda no Ceará. A intensificação das reuniões do Condec tem o objetivo de acelerar as aprovações de novos pleitos.
As medidas fazem parte da estratégia do Governo do Ceará para manter o ritmo de crescimento econômico e ampliar a presença de empresas em diferentes regiões do estado, com foco na interiorização e na redução de desigualdades regionais.