No primeiro semestre de 2025, os ativos mais negociados na B3 foram ações de grandes companhias brasileiras. (Foto: Divulgação)
No primeiro semestre de 2025, os ativos mais negociados na B3 foram ações de grandes companhias brasileiras. Segundo levantamento da DataWise+ em parceria com a Neoway, Vale (VALE3), Petrobras (PETR4) e Itaú (ITUB4) lideraram as negociações entre janeiro e junho.
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Na sequência, Banco do Brasil (BBAS3), B3 (B3SA3) e Bradesco (BBDC4) completam a lista das seis ações com maior volume negociado. O dado reforça a concentração do interesse dos investidores em empresas consolidadas e com alta liquidez no mercado acionário.
Entre os fundos imobiliários (FIIs), a movimentação foi mais distribuída. O XP Malls (XPMI11), focado em shoppings, liderou o volume negociado, seguido por Maxi Renda (MXRF11), com perfil híbrido, e Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11), voltado a papéis de renda fixa.
O relatório também identificou os ETFs mais ativos. BOVA11 e BOVV11, que replicam o Ibovespa, ficaram nas primeiras posições, enquanto o SMALL11, que segue o índice de small caps, ocupou o terceiro lugar.
No segmento de BDRs, os recibos de ações da Tesla (TSLA34), Nvidia (NVDC34) e Inter&Co (INBR32) foram os mais negociados. Também figuraram na lista papéis de Amazon (AMZO34), Microsoft (MSFT34) e Mercado Livre (MELI34), demonstrando interesse dos investidores brasileiros em empresas globais de tecnologia.
A pesquisa destacou ainda os ativos preferidos por diferentes perfis de investidores. Entre pessoas físicas, PETR4, VALE3 e MGLU3 lideraram. Já os investidores institucionais priorizaram VALE3, PETR4 e BBAS3.
Fundos de investimento concentraram recursos em VALE3, PETR4 e ITUB4, enquanto investidores estrangeiros deram preferência a VALE3, PETR4 e ITUB4, indicando forte convergência entre públicos distintos quanto às ações de maior atratividade.
O comportamento dos investidores jurídicos seguiu trajetória semelhante, com VALE3 e PETR4 nas primeiras posições. O cruzamento dos dados mostra a centralidade dessas empresas na carteira de diferentes perfis de investidores.
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