Ceará lidera ranking de investimentos na Indústria Criativa do Nordeste

Por: Redação | Em:
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O estado lidera o ranking no Nordeste com ativos anuais de R$ 9,1 bilhões. Os investimentos impactam no mercado de trabalho cearense, com crescimento de 6,1%. (Foto: Envato Elements)

Indústria Criativa no Ceará angaria contornos relevantes, porque conforme dados do “Mapeamento da Indústria Criativa 2025”, publicação da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), o estado lidera o ranking no Nordeste com ativos anuais de R$ 9,1 bilhões. Segundo a análise, os investimentos impactam no mercado de trabalho do estado, com crescimento de 6,1%.


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O esboço conceitual de Indústria Criativa significa a integração de atividades concatenadas em criatividade e conhecimento, relacionando ideias e expressões culturais em bens e serviços de potenciais econômicos e sociais. Setores como artes, design, música, cinema, jogos e tecnologia são exemplos de indústrias criativas.

“A mudança estrutural vista na economia brasileira resulta do fortalecimento contínuo do mercado criativo, monitorado desde 2008 pelo Mapeamento. Nesse mercado, inovação, propriedade intelectual e valor da criatividade são pilares da expansão. A pandemia acelerou a digitalização e a adoção de novas tecnologias, impulsionando ainda mais o setor”, enfatiza a gerente de Ambientes de Inovação da Firjan e coordenadora da pesquisa, Julia Zardo.

Mercado de Trabalho na Indústria Criativa no Ceará

No requisito de estabelecimentos empregadores, a avaliação aponta que o Brasil tem 2,3% do setor ligados à Indústria Criativa, enquanto no Ceará apresenta 2,4%, pontuando o estado, nesta configuração, na 6ª posição do país. O balanço pressupõe que são 2,8 mil estabelecimentos cearenses, o que representa na proporção, que de 100 empresas nacionais, três são do Ceará.

No mercado de trabalho, tendo por base o ano de 2022, a área de tecnologia obteve crescimento de 4,2%, com destaque para pesquisa e desenvolvimento, avanço neste aspecto de 6,7%. Na biotecnologia, alta de 6,9%, e no topo, o setor de mídia que conquistou índices de 22,4%, impulsionado pelo segmento Editorial, o qual alavancou 35,3% em um ano.

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