O Brasil ocupa a 46.ª posição no Índice Firjan de Competitividade Global (IFCG), divulgado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). O levantamento avaliou 66 países com base em eficiência do Estado, ambiente de negócios, infraestrutura e capital humano em 2023. Há uma década, o país estava na 40.ª colocação.
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A pesquisa utilizou dados do Banco Mundial e da Unesco. Entre os países mais competitivos estão Singapura, Suíça e Dinamarca, enquanto na América do Sul, Uruguai (33.º) e Chile (34.º) superam o Brasil. Entre os membros do Brics, a China ficou em 13.º lugar, seguida pela Índia (42.º) e pela África do Sul (45.º).
No critério de eficiência do Estado, o Brasil ocupou a 52.ª posição, enquanto em ambiente de negócios ficou em 51.º lugar. Em infraestrutura, o país aparece na 47.ª colocação. A Firjan destacou que a taxa de investimento em infraestrutura no Brasil é de 18% ao ano, inferior aos 43% da China e 33% da Índia.
O estudo também apontou gargalos no fornecimento de energia elétrica. No Brasil, o tempo médio para obter energia é de 128 dias, enquanto na Índia é de 53 dias. Esses fatores dificultam a melhora na competitividade brasileira em relação a outros países avaliados.
O IFCG evidencia os desafios enfrentados pelo Brasil em capital humano, com impactos na geração de mão de obra qualificada e na competitividade empresarial. O desempenho no índice reforça a necessidade de políticas públicas que promovam avanços estruturais.
*Com informações do portal IstoÉ Dinheiro.
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