“O Brasil voltou a ser sinônimo de sustentabilidade”, diz presidente da APEX 

Brasil
Maurício Bähr, CEO da ENGIE Brasil, comparou o Brasil à "Disneylândia" das energias renováveis, elogiando a abundância de recursos naturais (Foto Divulgação)

No encontro de líderes do setor energético no Rio de Janeiro, Jorge Viana, presidente da Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), destacou a crescente imagem do Brasil como referência em sustentabilidade durante a transição energética


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Ele ressaltou o pioneirismo brasileiro nessa jornada, impulsionado pelo potencial hidrelétrico e pelas capacidades excepcionais em energia eólica, solar e de biomassa.

Viana, que participou da abertura do evento organizado pela ENGIE Brasil, também enfatizou o papel do Brasil no desenvolvimento do hidrogênio verde. Ele enfatizou a redução do desmatamento e a renovação do país como símbolo de sustentabilidade, destacando o protagonismo no âmbito da energia limpa e a perspectiva de exportação de energia para o mundo por meio do hidrogênio verde.

“O Brasil talvez seja o único país do mundo que vem fazendo a transição energética há muito tempo, primeiro pelo potencial hidrelétrico, depois pelo extraordinário potencial geração de energia eólica, solar e de biomassa. O Brasil tem reduzido o desmatamento e voltou a ser sinônimo de sustentabilidade sendo protagonista do tema, obviamente também na geração de energia limpa, com a chegada do hidrogênio verde. Talvez seja um dos poucos países que vai poder rapidamente exportar energia para o mundo inteiro.”

Jorge Viana, presidente da Apex

Os painéis do evento abordaram temas que vão desde a descarbonização industrial até a realização de uma transição energética equitativa no contexto social complexo do Brasil, incluindo o papel global do país nessa mudança.

Maurício Bähr, CEO da ENGIE Brasil, comparou o Brasil à “Disneylândia” das energias renováveis, elogiando a abundância de recursos naturais do país. 

Ele enfatizou a necessidade de integração de novas fontes ao sistema e refinamento regulatório para eliminar subsídios desnecessários.

Luciana Costa, diretora do BNDES, destacou o papel crucial dos investimentos no progresso da matriz energética brasileira e instou o país a não perder a chance de liderar a transição energética

Ela ressaltou o financiamento substancial do BNDES para a geração de energia e a necessidade de audácia na alocação de recursos.

Apesar da diversificação das fontes, as hidrelétricas continuam sendo a base da segurança energética do Brasil. Heloísa Borges, da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), lembrou a importância das hidrelétricas, ressaltando a necessidade de escolhas responsáveis para enfrentar desafios ambientais.

*Com informações da CNN

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