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Governo Federal se reúne com empresários em Xangai em busca de parcerias

parcerias entre Brasil e China

Em busca de parcerias empresariais, a comitiva brasileira na China, encabeçada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, visitou o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Huawei, em Xangai, como parte da agenda de atividades. Na ocasião, a empresa que atua há 25 anos no Brasil, reforçou o compromisso de trabalhar numa perspectiva de longo prazo para o desenvolvimento sustentável do Brasil.


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A multinacional também mostrou, por exemplo, conquistas em projetos de conectividade digital em zonas remotas da Amazônia e ações para conectar escolas públicas. O foco da Huawei é em realizar parcerias em conectividade, inclusão digital, educação, saúde e reindustrialização.

O governo brasileiro também se encontrou com o CEO da empresa de veículos elétricos BYD, Wang Chuanfu. A empresa, que produz ônibus elétricos, está negociando uma fábrica de automóveis elétricos na Bahia, em Camaçari.

Por fim, a comitiva realizou uma reunião com o presidente do Conselho da China Communications Construction Company (CCCC), Wang Tongzhou, a maior empresa de construção civil na China. No Brasil, a CCCC investe em obras de infraestrutura, como a construção da ponte Salvador-Itaparica.

No compromisso, o Presidente da CCCC expressou seu desejo de aumentar a cooperação entre empresas brasileiras e chinesas. Wang Tongzhou também propôs a criação de mecanismos de troca direta entre o Yuan (moeda chinesa) e o Real para facilitar transações financeiras entre os dois países.

Parcerias entre China e Brasil

Em 2022, a China importou mais de US$ 89,7 bilhões em produtos brasileiros, especialmente soja e minérios, e exportou quase US$ 60,7 bilhões para o mercado nacional. O volume comercializado, de US$ 150,4 bilhões, cresceu 21 vezes desde a primeira visita de Lula ao país, em 2004.

Cerca de 20 acordos bilaterais devem ser assinados durante a visita. Um deles será para a construção do CBERS-6, o sexto de uma linha de satélites construídos em parceria entre Brasil e China. O diferencial do novo modelo é uma tecnologia que permite o monitoramento de biomas como a Floresta Amazônica mesmo com nuvens.

*Com informações do Jornal da Construção Civil.

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