Apesar de ser algo cada vez mais presente nas empresas, nenhuma estratégia de planejamento em execução conseguiu prever a chegada da pandemia. O mundo foi pego de surpresa por uma doença viral respiratória, que se expandiu de forma rápida, assustadora, inesperadamente. Não é exagero dizer que em todos os setores da economia, o surgimento da […]

Planejamento e gestão logística fortalecem enfrentamento da Covid-19

Por: Conteúdo de marca | Em:
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Apesar de ser algo cada vez mais presente nas empresas, nenhuma estratégia de planejamento em execução conseguiu prever a chegada da pandemia. O mundo foi pego de surpresa por uma doença viral respiratória, que se expandiu de forma rápida, assustadora, inesperadamente. Não é exagero dizer que em todos os setores da economia, o surgimento da Covid-19 abalou as estruturas e exigiu novas formas de atuação para não deixar que o novo coronavírus atrapalhasse a prestação dos serviços.


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Correr contra o tempo, a favor de vidas. Esse é o principal impulso para os negócios brasileiros nos últimos 10 meses. Algo que ficou ainda mais desafiador para o setor da saúde. Para garantir os insumos adequados ao tratamento da doença, a luta tem sido permanente. Isso porque a pandemia ainda não acabou. Os hospitais nunca precisaram tanto de respiradores, bombas de fusões e monitores cardíacos, itens indispensáveis para dar assistência aos pacientes infectados pela Covid-19.

Face ao cenário Covid uma área não pode falhar: a de logística. Nas empresas, esse é o setor responsável por fazer com que todos os materiais cheguem ao seu destino em tempo hábil e com a qualidade necessária para serem utilizados. E diante desse desafio, foi preciso inovar e criar novos caminhos para abastecer clínicas e hospitais, sobretudo as Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), para onde vão os casos mais graves da doença.

Em um setor onde tudo é regulado, normas e procedimentos fazem parte da rotina, como o da saúde, tudo parecia mais difícil. A novidade mudou o dia a dia dos hospitais de maneira surpreendente. Mas a reação foi rápida, pelo menos para o Sistema Hapvida. No plano de contingência, a rede contou com fretamento de aviões para transportar materiais, insumos e pessoas, comprou e estocou equipamentos de proteção individual (EPIs), adquiriu bombas de infusão, ampliou a quantidade de leitos, materiais e medicamentos, investiu em equipamentos, alugou imóveis e reforçou ainda mais as ferramentas digitais da empresa, com uso de novas tecnologias para melhor atender aos seus clientes.

A Companhia, que já investiu mais de 115 milhões de reais no combate à doença, conta ainda com uma estrutura hospitalar com total condição de atender pacientes com síndromes gripais de qualquer natureza, pois possui equipes treinadas, protocolos atualizados, aparelhos de última geração e medidas sistemáticas de acompanhamento. A operadora de saúde que mais cresce no Brasil é também a que prioriza atendimento com modelo verticalizado nas cinco regiões onde atua. Em todo Brasil, mais de 90% dos atendimentos são feitos em rede própria, o que permite ainda mais o controle dos fluxos e dos processos para não deixar faltar os insumos aos seus mais de seis milhões e setecentos usuários.

E em que pese as características do Brasil, um país com dimensões continentais, o trabalho de logística ganha ainda mais relevância, mas também encontra entraves. A Rede Hapvida, por exemplo, opera em regiões onde os modais de transporte são por navegação ou pelo ar, a exemplo de Manaus, fator que torna a distribuição dos insumos, equipamentos e materiais repleta de cuidados e alertas. Nesse contexto, o uso da tecnologia é indispensável. Por isso, o Sistema Hapvida não mediu recursos e esforços para disponibilizar aos seus usuários instrumentos e facilidades no atendimento. Foram criadas inúmeras formas de relacionamento com o cliente para manter a prestação de serviços rápida e eficiente.

Durante o pico da pandemia, os quatro pilares que embasam o Hapvida se evidenciaram: qualidade assistencial, acolhimento, eficiência em custos e inovação. As medidas foram implementadas para fortalecer o que já faz parte do propósito da empresa, que é garantir acesso à saúde. Para não haver atendimento descontinuado e transmitir segurança aos usuários, a Rede Hapvida aprimorou a telemedicina com atendimento por teleconsultas. O número de atendimento a distância ultrapassou a marca de 35 mil, por mês, durante a pandemia. O objetivo era disponibilizar médicos capacitados para não deixar os usuários desassistidos, quando a recomendação era ficar em casa.

“A pandemia trouxe avanços no que diz respeito ao abastecimento de itens para a população e produtos essenciais. As empresas, indústrias e fábricas perceberam a importância de serem rápidas para responder às necessidades da sociedade, daí o crescimento da venda por meio de ferramentas eletrônicas”

André Melo, superintendente administrativo do Sistema do Hapvida

Ele destaca que a área foi beneficiada com o uso das tecnologias e isso deixa lições para a vida toda. Sem dúvidas, a pandemia trouxe ensinamentos substanciais para a logística brasileira. Demonstrou a dependência do mercado local para o mercado externo, principalmente o chinês, de onde saem quase 95% dos principais equipamentos de proteção individual (EPI).

>>> Lições da pandemia para a logística das empresas

Fica uma lição que deve ser lembrada a todo tempo de que há uma necessidade de se manter a cadeia de suprimentos e logísticas permanentemente ajustada. Além disso, o desafio de se criar novas oportunidades para que tanto o serviço público quanto o privado atuem com mais velocidade e estejam abertos a se readaptarem, se reinventarem e serem resilientes, frente a uma situação de contingência colossal, como tem sido a pandemia no novo coronavírus.

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